É o que sinto no dia de céu cinza, de dificultar enxergar o horizonte
Na ausência do vento, que eventualmente passa e toca frio a pele
No horizonte verde quase-marrom de grama seca, deito eu em minhas lembranças,
indefinidas, quase-sufocantes
Nos espaços de concreto, paredes infinitas, e a poeira
Deito estendida no cinza gelado
Um pouco de terra nos dedos
A dúvida, sentada ao café
E o horizonte é cinza, e nele dança a música que vem de longe, suave, e se aproxima
Doçura de um piano ou de um violino
O vento já é gelado, e toca meu rosto de saudade
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